
A votação do segundo turno da PEC dos Precatórios vai ser uma guerra na Câmara dos Deputados. A situação, liderada por Arthur Lira, tem usado artifícios para convencer aliados a seguirem seu desejo. Já a oposição tem utilizado todas as armas para barrar a proposta.
O presidente da Câmara autorizou que gestantes ou deputados com a saúde debilitada registrem presença pelo celular. A decisão partiu de Lira junto com outros integrantes da Mesa. Só que o aliado de Bolsonaro tem feito muita pressão em outros colegas da Casa.
Uma delas é barrar as emendas do relator. É o presidente da Câmara que define quem receberá a verba. Ele avisou que quem votar contra não receberá absolutamente nada. Isto pode prejudicar deputados que buscam ser reeleitos.
Também existem ameaças de expulsões de partidos. Claro que essa atitude é a mais radical. Só que os presidentes das siglas que querem a PEC dos Precatórios têm avisado sobre o assunto. Não querem ficar ao lado de traidores.
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PEC dos Precatórios e a oposição
A oposição tem trabalhado para barrar a PEC dos Precatórios. Governadores pediram para que secretários voltassem ao Congresso e votassem contra a proposta. Rodrigo Maia, por exemplo, largou o cargo no Governo de SP e está em Brasília. Ele votará contra o projeto.
Os opositores também já avaliam usar todos os artifícios que podem na Justiça. Rosa Weber determinou a suspensão do Orçamento Secreto. A pressão em torno do STF deve continuar por parte dos antibolsonaristas.
Caso a Câmara aprove, a oposição vai jogar toda pressão aos senadores. E Bolsonaro já sinalizou que tem chance de não passar no Senado.
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