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Flávio Dino alerta que militares não podem estar ligados a uma “facção extremista e passageira”

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou a reação dos militares à declaração do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que disse que o Exército está se associando ao “genocídio” dos brasileiros, com um “vazio” no Ministério da Saúde.

No Twitter, Dino afirmou que os militares não podem estar atrelados a uma “facção extremista e passageira”, se referindo ao bolsonarismo.

“A cúpula das Forças Armadas deve entender que uma instituição de ESTADO – que exerce monopólio de uso da força em nome da NAÇÃO – não pode estar atrelada ou subordinada a um lado da política brasileira. Pior quando se cuida de uma facção extremista e passageira”, escreveu o governador do Maranhão.