
Nesta quinta-feira (27), Tales de Carvalho, filho do filósofo Olavo de Carvalho, voltou a ser manchete nos jornais após acusações de estupro e tortura física e psicológica. As novas informações sobre o filho do guru do bolsonarismo foram divulgadas pelo Metrópoles. No entanto, em maio deste ano o caso já havia sido trazido à tona pelo DCM.
Na ocasião, o DCM publicou com exclusividade um áudio em que Tales confessa que esganou uma de suas filhas e foi acusado pela ex-esposa de ser um “espancador”. De acordo com Heloisa de Carvalho, primogênita de Olavo, esse material foi entregue à Polícia Federal (PF).
Na época, Heloisa prestou depoimento na Superintendência da Polícia Federal (PF).
Ela falou sobre uma investigação que está em sigilo e envolve uma jovem de Goiás que frequentou as aulas do guru bolsonarista quando tinha 13 anos.
Para a corporação, a filha do filósofo bolsonarista disse que o Instituto Cultural Lux Et Sapientia (ICLS), entidade criada pelo irmão, teria aliciado mulheres, inclusive menores, e criado uma rede de divulgação de pornografia. Essas denúncias, principalmente relacionadas ao Instituto, foram reforçadas com as novas informações divulgadas nesta quinta.
Também vale destacar que o DCM conversou com Heloisa e sua advogada, Talitha Camargo da Fonseca, além de outros advogados ligados à família de Tales no mesmo processo.
O site obteve mais de 10 materiais em áudio e detalhes das apurações.
As filhas de Tales são Julia Moura de Carvalho e Ana Clara Moura de Carvalho.
Além das acusações de suas filhas, também há denúncias de que Tales e seu irmão Luiz Gonzaga de Carvalho, conhecido como Gugu, utilizavam o Instituto Cultural Lux Et Sapientia (ICLS) como uma espécie de seita.
O ICLS, criado pelos irmãos de Heloisa, é inspirado em uma tariqa islâmica.
Essa entidade não é diretamente conectada com as atividades de Olavo. Embora os filhos do guru bolsonarista o respeitassem, eles cultuam a religião do islamismo e realizam casamentos poligâmicos.
As denunciantes afirmam que Tales usa o instituto para captar dinheiro de “benfeitores” e obter esposas, chegando a ter quatro mulheres ao mesmo tempo.
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